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ENCONTRO REGIONAL SUDESTE DA REDE UNIDA

23 mai


ENCONTRO REGIONAL SUDESTE DA REDE UNIDA

O Encontro Regional Sudeste da Rede Unida acontece nestas quinta e sexta-feiras, 26 e 27 de maio, no Centro de Convenções Sul America, na Cidade Nova. O evento, promovido em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro (SMSDC-RJ), reunirá profissionais de saúde pesquisadores, educadores, gestores, estudantes e representantes de movimentos sociais para debater o tema Trabalho e Saúde e construir coletivamente a 10ª edição do Congresso Internacional da Rede Unida, com data prevista para maio de 2012. Na sexta-feira, o professor Adalberto Barreto, criador da Terapia Comunitária Integrativa ministrará a palestra Terapia Comunitária como Rede Solidária nos Contextos Traumáticos, às 13h30. A palestra é aberta a todos os interessados.

A EXPERIÊNCIA DA TERAPIA COMUNITÁRIA

20 jan

Acolher e aliviar o desconforto do cotidiano são os objetivos prioritários da Terapia Comunitária – estratégia de construção de redes de solidariedade reconhecida pelo Ministério da Saúde como ação de promoção da saúde. A Terapia Comunitária foi criada em 1987, em Fortaleza (CE), pelo psiquiatra e antropólogo Adalberto Barreto, que partiu do princípio de que “quando a gente cala, o corpo fala; e quando a gente fala, o corpo sara”.

A médica Tânia Carluccio Vianna, técnica da Coordenação de Educação em Saúde da Superintendência de Promoção da Saúde da Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro (SMSDC-RJ), explica que as rodas de conversa da Terapia Comunitária  são espaço para a partilha de vivências, onde se fala sempre na primeira pessoa, sem distribuir conselhos ou fazer julgamentos. Para ela, a troca de experiências pessoais e a mobilização de recursos individuais e comunitários para lidar com a questão são os maiores trunfos desta metodologia.

Nas rodas de conversa da Terapia Comunitária, os participantes partilham vivências sem distribuir conselhos ou fazer julgamentos | Foto: arquivo pessoal

“A partir da exposição de um problema relatado por um membro da roda e eleito pelo grupo como o mais mobilizador, o terapeuta pergunta quem já viveu algo parecido e como foi possível aliviar a inquietação”, Tânia descreve. Os participantes também podem propor músicas, ditos populares e poesias, valorizando a cultura local. Entre os temas mais abordados, estão conflitos familiares, violência, , discriminação, uso abusivo de álcool e drogas, estresse e baixa autoestima.

Saiba mais sobre Terapia Comunitária nos sites do Instituto Noos e da Associação Brasileira de Terapia Comunitária (ABRATECOM).

* Matéria publicada no boletim Circulador – Promoção da Saúde 

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