PATERNIDADE: TORÓ DE PALPITES

6 ago

Na semana passada, nossos parceir@s do Comitê Vida estiveram reunidos para discutir ações a serem desenvolvidas durante o Mês de Valorização da Paternidade, comemorado em agosto.

O resultado foi um grande toró de palpites, com muita troca de ideias e experiências. Veja abaixo!

Quer participar? Envie seu comentário logo abaixo deste post!

  • “O pré-natal e as atividades acolhimento da mãe e do bebê são ótimas oportunidades para envolver o pai no cuidado com seus filhos, mas não podem ser as únicas ações. Precisamos manter e fortalecer o vínculo entre pai e filho durante toda a infância e por toda a vida”, Aline Medeiros, enfermeira do CMS Padre Miguel.
  • “Nosso trabalho está inserido no dia a da comunidade, pois estamos em contato direto com todos que moram por aqui. A convivência com as famílias facilita a proximidade com os pais e, durante as visitas, aproveitamos para conversar sobre paternidade e saúde do homem. O mais difícil é conseguir levá-los pra dentro da unidade. Mas estamos aprendendo com a experiência de nossos parceiros, como o CMS Professor Masao Goto: é preciso envolver o pai em todas as atividades!” Zilda Santos, técnica em enfermagem da Clínica da Família Aloysio Augusto Novis.
  • “A legislação brasileira ainda precisa avançar muito para acompanhar as ações da Saúde para a valorização da paternidade. A liberação para que o pai acompanhe as consultas do pré-natal, a emissão de atestados médicos para o pai que leva o filho à unidade de saúde, o direito ao luto pelo filho natimorto e a extensão da licença-paternidade são algumas medidas essenciais para o pleno exercício da paternidade”, Simone Brasil, assistente social do Hospital Maternidade Carmela Dutra.
  • “Precisamos mostrar para o homem que ele precisa cuidar da própria saúde para poder cuidar do bebê”, Carla Utrini, assistente social do CMS Dr. Alvimar de Carvalho.
  • “A valorização da paternidade começa no olhar da equipe de saúde sobre a família. É preciso compreender e respeitar as diversidades e estar atento às motivações culturais do território para promover atividades que interessem à população. Abordagens lúdicas envolvendo pais e filhos, como campeonatos de futebol ou torneios de pipa, por exemplo, podem ser um bom ponto de partida”, Rafaela de Oliveira, enfermeira do CMS  Newton Bethlem.
Anúncios

Uma resposta to “PATERNIDADE: TORÓ DE PALPITES”

  1. Edson Reis 07/08/2012 às 06:41 #

    Por favor falem sobre a guarda compartilhada. O número de pais que são impedidos da convivência com seus filhos é muito grande. O CNJ faz campanha para o reconhecimento de filhos, reconhecendo a importância dos pais na vida dos filhos e por outro lado os pais que, como no meu caso, que sempre participaram da vida dos filhos e querem continuar participando da vida de seus filhos perdem a guarda e só podem ver seus filhos dois finais de semana por mês. Isso impede o convívio da criança não só com o pai mas também com avós, tios, primos e amigos.

    Muitos Pais estão ansiosos esperando a aprovação do PL 1009/2011.

    Fazer parte do crescimento dos filhos é um direito natural de qualquer pai. Conviver com os pais é um direito natural das crianças.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s