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Contra homofobia e cultura do estupro

26 jul

 

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São Paulo- SP- Brasil- 28/05/2016- 14ª Caminhada das Mulheres Lésbicas e Bissexuais. Foto: Paulo Pinto/ Fotos Públicas

A equidade de gênero, o direito à liberdade e a uma vida sem violência são princípios norteadores da Promoção da Saúde. Se desejamos uma sociedade mais justa, igualitária e saudável é fundamental que todos atuem na defesa de direitos e na proteção dos grupos mais vulneráveis da sociedade. Afim de fortalecer este processo, a Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC) publicou, este mês, carta aberta em apoio à equidade de gênero e contra a cultura do estupro e a homofobia.

O documento é um convite para que médicas e médicos de família e comunidade construam espaços individuais e coletivos de caráter científico, social, cultural e assistencial em prol do acesso à saúde universal e de qualidade, da equidade de gênero, do respeito e da não violência.

Na carta, a SBMFC explicita: “Além de ultraje aos direitos humanos, o machismo e a homofobia são notável causa de sofrimento físico e psíquico para pessoas dos diferentes gêneros e identidades sexuais e se relacionam a muitos problemas de saúde coletiva”.

Acesse a carta aberta da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade pela equidade de gênero e contra a cultura do estupro e a homofobia.

 

Ciclo de Debates “Diversidades no Dia a Dia da APS – As Experiências das Equipes nos Diversos Cenários de Prática”

3 maio

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Aconteceu no dia 27 de abril, no Auditório da Associação Brasileira de Odontologia (ABO-RJ),  o Ciclo de Debates SUBPAV organizado pela Superintendência de Integração de Áreas de Planejamento – S/SUBPAV/SIAP. A atividade visa promover a comunicação entre os profissionais da Rede de Atenção Primária, permitindo reflexões sobre as suas práticas, informes epidemiológicos, aprofundamento técnico sobre temas relevantes e contribuindo, em última análise, para a formação continuada e o aprimoramento das ações da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.

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Desta vez, o Ciclo contou com a parceria da Superintendência de Promoção da Saúde – S/SUBPAV/SPS, através da Superintendente Cristina Boaretto e sua equipe. O tema proposto para este encontro foi “Diversidades no Dia a Dia da APS – As Experiências das Equipes nos Diversos Cenários de Prática”. Na roda de conversa, com o tema “Espiritualidade e Diversidade Religiosa no Cuidado em Saúde” contamos com a presença dos facilitadores:

  • Renato Noguera – Doutor em Filosofia pela UFRJ, professor do Departamento de Educação e Sociedade e do Colegiado de Filosofia da UFRRJ, pesquisador do Laboratório de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas e do Laboratório “Práxis filosófica” de Análise e Produção de Recursos Didáticos e Paradidáticos para o Ensino de Filosofia da UFRRJ
  • Alessandra Teixeira – Mestra em Saúde Coletiva, doutoranda em Saúde Coletiva – IMS/UERJ Núcleo Saúde Voluntário – S/ SUBG/CGP/CDP
  • Thaisa Guerreiro – Defensora Pública da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro

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A seguir observamos as apresentações sobre “Diversidade Espiritual e Religiosa: O Exercício do Respeito é Possível” apresentada pela Dr. Cláudia Nastari (Coordenadora da CAP 3.2- S/SUBPAV) falando sobre a “Equidade e Integralidade em Saúde para a Comunidade Religiosa Afro-brasileira – Experiência da AP 3.2” e a Dr. Eliane Fernandes (Coordenadora do Núcleo Saúde Voluntário – S/ SUBG/CGP/CDP) apresentando a “formação do Comitê de Acolhimento Inter-religioso e Espiritual na SMS-Rio”

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Concluímos, que essa sessão temática teve a finalidade de proporcionar, aos profissionais e gestores da APS, uma reflexão referente à espiritualidade/religiosidade no cuidado em saúde e fortalecer o caráter laico das instituições e o respeito à diversidade religiosa da clientela, assim como o respeito às pessoas que não professam nenhuma crença, fé ou religião, de acordo com as diretrizes da Política Nacional de Humanização – PNH; além de apresentar possibilidades de parceria, centradas na espiritualidade, como rede social de apoio.

Esperamos a partir do trabalho desenvolvido estimular:

  • A criação e ampliação de espaços para a reflexão e discussão sobre o respeito à diversidade espiritual/religiosa;
  • A postura crítica dos profissionais diante do preconceito e discriminação;
  • O incentivo às iniciativas que contemplem a espiritualidade e proporcionem a ampliação da rede social de apoio aos usuários da APS.

Equipe Elos da Saúde

 

 

 

Grafite incentiva a alimentação saudável e o consumo de “comida de verdade”.

12 dez

feijoa com arrozO muro do Centro Municipal de Saúde Heitor Beltrão, na Tijuca, ganhou cores no painel de grafite “Um, dois, feijão com arroz. Três, quatro, feijão no prato!”, que incentiva a alimentação saudável. A pintura faz parte de uma ação da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) que tem como propósito usar a arte do grafite para ocupar os espaços da cidade, focando nos temas de promoção da saúde.

O projeto, da Superintendência de Promoção da Saúde da SMS, já abordou outros temas, como valorização da paternidade, atividade física, Rio sem Fumo, amamentação, diversidade religiosa, diversidade no namoro, valorização do parto normal, todos em painéis pintados em unidades de saúde do município.

Comida saudável precisa ser nutritiva para fornecer nutrientes necessários nas diferentes fases da vida – bebês, crianças, jovens, adultos e idosos. Para isso, uma refeição deve ser composta por diferentes grupos de alimentos frescos: cereais, feijões, carnes, legumes, verduras, frutas, leite e água.

O CMS Heitor Beltrão fica na Rua Desembargador Isidro, 144, na Tijuca.

www.rio.gov.br/sms

Campanha questiona a masculinidade no contemporâneo

13 nov

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Dia 19 de novembro, com apoio do Ministério da Saúde, da SMS-Rio e outras instituições, acontecerá no MAR o evento “Homens, libertem-se!

A ideia da campanha é questionar os valores patriarcais para promover maior respeito entre homens e mulheres. Mostrando como o machismo pode prejudicar e oprimir não só as mulheres, mas os homens também.

Vale lembrar que a campanha pede a libertação dos homens, não para oprimir as mulheres, mas para que ambos possam desfrutar juntos de maiores liberdades.