PROCESSO SELETIVO RAP DA SAÚDE 2016 – INSCRIÇÕES ABERTAS

17 jun

Atenção galera, se você tem de 14 a 24 anos, mora na Cidade do Rio de Janeiro e se interessa por temas como saúde, educação, cultura, lazer e direitos humanos; essa é a sua oportunidade. Estão abertas as inscrições para o processo seletivo do Curso de Formação de Jovens Promotores de Saúde – RAP da Saúde 2016. Aqueles que forem aprovados e selecionados passam a fazer parte da Rede de Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde.

“O RAP da Saúde tem como base dois conceitos chaves: o do protagonismo juvenil e o da educação entre pares. O protagonismo juvenil traz em si a ideia dos jovens como sujeitos de intervenções e de ações transformadoras de seus contextos sociais e comunitários. A educação entre pares pressupõe que os jovens, como protagonistas, são interlocutores privilegiados em seus territórios, já que compartilham os mesmos códigos e experiências. Visa também potencializar a aproximação dos jovens com as unidades de saúde. Para além de usuários, eles tornam-se parceiros das unidades de saúde, desenvolvem potencialidades para o enfrentamento de vulnerabilidades e para o autocuidado, minimizam comportamentos de riscos e aumentam o compromisso com o desenvolvimento das suas comunidades e seus projetos de vida.”

O jovem que integra o projeto RAP da Saúde é o elemento central da prática educativa, que participa de todas as fases dessa prática, desde a elaboração, execução até a avaliação das ações de Promoção da Saúde propostas. A idéia é que o projeto possa estimular a participação social dos jovens, contribuindo não apenas com o desenvolvimento pessoal dos adolescentes e jovens, mas com o desenvolvimento das comunidades em que os mesmos estão inseridos. Dessa forma, ser um adolescente ou jovem promotor de saúde é contribuir para que as pessoas sejam mais autônomas e comprometidas socialmente, com valores de solidariedade, respeito, saúde mais incorporados, o que contribui para uma proposta de transformação social.

Não perca tempo, inscreva-se hoje mesmo e seja um adolescente/jovem promotor de saúde da Cidade do Rio de Janeiro  e contribua para a qualidade de vida da população da sua área. O blog traz as ações dos integrantes do RAP da Saúde; diversas postagens que podem esclarecer o que é ser um jovem/adolescente promotor da saúde da Secretaria Municipal da Saúde do Rio de Janeiro. Faça uma visita, deixe seu like e comentários!!!!!
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Equipe Elos da Saúde

O RAP DA SAÚDE DA CAP 3.1 APRESENTA SUAS AÇÕES NO SEMINÁRIO DE GESTÃO ACCOUNTABILITY

16 jun

Accountability traz implicitamente a responsabilização pessoal pelos atos praticados e explicitamente a exigente prontidão para a prestação de contas, seja no âmbito público ou no privado. Na verdade, no cenário atual, ele carrega um significado maior e vem sendo cada vez mais utilizado na gestão. A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, através da Subsecretaria de Promoção, Atenção e Vigilância em Saúde iniciaram os Seminários de Gestão Accountability e os Processos de Certificação CRCQ nas áreas.

Apresentação do Seminário de Gestão Accountability: protagonismo juvenil

Apresentação do Seminário de Gestão Accountability: protagonismo juvenil e participação do RAP da Saúde CAP 3.1

Os objetivos dessas iniciativas são justamente prestar contas a população à respeito dos serviços de saúde prestados nos Territórios atendidos pelas unidades de saúde e certificar as mesmas quando oferecem uma Atenção Básica reconhecida em determinadas linhas de cuidado, como valorização da paternidade, saúde da criança e do adolescente, saúde do idoso, entre outras. É uma data especial, onde todos os profissionais do nível central e aqueles que atuam nas áreas podem compartilhar experiências, avaliar o andamento dos serviços de saúde oferecidos e a estrutura física das unidades da Secretaria.

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Apresentação do Seminário de Gestão Accountability: protagonismo juvenil

O Protagonismo Juvenil desenvolvido na área foi acentuado durante o seminário de gestão accountability do CMS Nagib Jorge Farah, que contou com a participação das integrantes do RAP da Saúde da CAP 3.1 Marcelle Elen, Debora Guedes e Thayssa Batista, apresentando as ações dos adolescentes e jovens que atuam nos Territórios atendidos pela respectiva unidade de saúde. Sexualidade, Ações nas Escolas (PSE) e Vivência dos Jovens nas Unidades foram temáticas que compuseram a exposição do RAP.

Profissionais do CMS Nagib Jorge Farah e RAP da Saúde CAP 3.1

Profissionais do CMS Nagib Jorge Farah e RAP da Saúde CAP 3.1

 

Equipe Elos da Saúde

CEPIA COM O APOIO DO IPPF LANÇAM O APLICATIVO #PARTIU PAPO RETO

14 jun
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Personagens do app Partiu Papo Reto

A Cepia é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, voltada para a execução de projetos que contribuam para a ampliação e efetivação dos direitos humanos e o fortalecimento da cidadania especialmente dos grupos que, na história de nosso país, vêm sendo tradicionalmente excluídos de seu exercício. Trabalhando com a perspectiva de gênero e no marco dos direitos humanos, a Cepia tem privilegiado em sua atuação as áreas da saúde, dos direitos reprodutivos e sexuais, da violência e do acesso à justiça, da pobreza e do trabalho.

Mesa de abertura lançamento app Cepia

Mesa de abertura lançamento app Partiu Papo Reto

A respectiva ONG lançou, com o apoio da International Planned Parenthood Federation (IPPF), nessa terça-feira; um app que fornece informações sobre direitos sexuais e reprodutivos destinado, principalmente, a adolescentes e jovens que se intitula PARTIU PAPO RETO. Esse aplicativo é desdobramento das Oficinas e Grupos focais onde os jovens do RAP da Saúde tiveram participação; além de outras parcerias como a Escola Municipal Monteiro Lobato, de Nova Iguaçu; IESC; Reprolatina; Coletivo Roque Pense; e etc.

Apresentação das especificidades do app Partiu Papo Reto

Apresentação das especificidades do app Partiu Papo Reto

Primeiramente, as mediadoras do evento falaram um pouco sobre o App, suas funções e sua aparência; em seguida, houve a mesa de abertura onde o tema “Saúde Sexual e Reprodutiva para Adolescentes e Jovens” foi amplamente abordado por profissionais e representantes da sociedade civil; logo após, o representante do IESC, Cesar Paro, realizou dinâmicas com os presentes e o RAP da Saúde cantou paródias sobre temas relacionados aos serviços de saúde, para que enfim fosse inciada a segunda mesa intitulada “A Saúde Sexual e Reprodutiva que Queremos” formada por jovens das diversas instituições presentes, que dialogaram a respeito da temática e apresentaram suas opiniões e iniciativas locais; inclusive com a participação do público no debate durante ambas as mesas.

Segunda mesa de debate e apresentação lançamento app Partiu Papo Reto

Segunda mesa de debate e apresentação lançamento app Partiu Papo Reto

O evento concluiu-se com as considerações finais do representante do IESC Cesar Paro a respeito dos debates, acentuando a importância dos Direitos Sexuais e Reprodutivos para a vivência dos adolescentes e Jovens, além de mencionar a estrutura do SUS e suas especificidades; e o encerramento por parte dos organizadores.

Dinâmica do representante do IESC Cesar Paro junto aos adolescentes e jovens

Dinâmica realizada pelo representante do IESC Cesar Paro junto aos adolescentes e jovens

Amor Não Dói! RAP da Saúde da CAP 1.0 promove atividade sobre violência no namoro

13 jun

“Ah… O amor é lindo!” Essa frase é repetida ou pelo menos sentida por todos os apaixonados, afinal estamos no mês dos enamorados, e namorar é muito bom, né? Mas é preciso ter atenção ao que realmente é amar. Amor é carinho, respeito, preocupação com o outro, é querer ver quem a gente ama bem e feliz, do contrário é violência, e esta pode acontecer de diversas maneiras. Por exemplo, o ciúme às vezes é visto como algo positivo por algumas pessoas, como um sinal de que o outro ama e quer proteger o que é “seu”, mas é preciso estar atento, até porque ninguém pertence ao outro, as pessoas são livres e assumir um compromisso com alguém é diferente de ser prisioneiro. O ciúme pode ser sim um sinal de violência, principalmente nos casos em que o outro passa dos limites e quer controlar a pessoa, chegando muitas vezes à agressão verbal, depois física… daí para pior.

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Jovem do RAP da Saúde, CAP 1.0, exibindo cartaz sobre a violência no namoro.

O respeito é a base de qualquer relação, onde não há respeito, também não pode haver amor. As meninas geralmente são as que mais sofrem com a violência no namoro, muitas vezes iludidas com a crença de que ao se casarem a violência cessará. Grande mentira. Se a relação não se constrói com respeito no namoro, imaginem no casamento? Muitas até são assassinadas por seus namorados. Mas os meninos também precisam ficar atentos, afinal, a violência no namoro não se restringe a gênero, orientação sexual e nem classe.

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Material educativo distribuído para usuários da unidade de saúde.

Para discutir esse tema, os jovens do RAP da CAP 1.0 fizeram uma atividade na unidade de saúde Ernesto Zeferino Tibau Junior. Foram feitos cartazes com o tema “Namoro Violento Não é Amor”. Durante a atividade foram abordados mitos e verdades sobre as situações que acontecem relacionadas à violência no namoro. A violência abala o psicológico das pessoas de forma grave, por isso chegar junto e conscientizar a população é a melhor maneira de combatê-la. Ao sofrer ou presenciar qualquer situação, denuncie! Para denunciar a violência no namoro, disque 180.

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Abordagem educativa sobre violência no namoro durante o acolhimento na unidade de saúde.

Fiquem atentos galera. É como os próprios jovens do RAP disseram: “Namoro Violento Não é Amor”!

Equipe Elos da Saúde.

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