Direito de ser pai

22 ago

patern-contactum-1551189Agosto é o Mês de Valorização da Paternidade – um ótimo momento para ressaltar a importância do pai nos cuidados para a saúde de toda a família. O exercício da paternidade traz benefício para toda a família, fortalecendo vínculos que repercutiram na saúde das crianças por toda a sua vida.

Em 2016 o Brasil comemora um importante passo nas políticas públicas, com a aprovação da extensão da licença-paternidade de cinco para 20 dias. É isso mesmo! Este ano, o benefício passou a valer tanto para servidores federais quanto para empregados de instituições privadas que participam do Programa Empresa Cidadã.

Para isso, o trabalhador deve pedir o benefício até dois dias úteis após o nascimento da criança. A medida também vale para pais que adotarem crianças até 12 anos completos. Durante a licença-paternidade, o pai não pode exercer outro tipo de trabalho, afinal, o compromisso é o de ser pai!

É claro que ainda precisamos avançar no sentido da equidade de gênero e garantir direitos iguais para pais e mães no cuidado de seus filhos recém-nascidos. Um passo de cada vez para a construção de uma sociedade mais justa, saudável e amorosa!

Licença-paternidade: conheça as novas regras

Quem pode pedir a prorrogação da licença?
De acordo com a nova regra, a prorrogação da licença-paternidade é concedida tanto a servidores públicos federais quanto para empregados de empresas privadas, desde que o trabalhador peça o benefício até dois dias úteis após o nascimento do filho. A medida também vale para pais de filhos adotivos, desde que a criança tenha até 12 anos completos.

Todas as empresas são obrigadas a conceder os 15 dias a mais de licença?
Não. A nova licença-paternidade só vale para os empregados das empresas que fazem parte do Programa Empresa Cidadã. Essa parcela já concede também o período estendido de seis meses de licença-maternidade, em vez dos quatro obrigatórios por Lei. O programa oferece como contrapartida à empresa a dedução de impostos federais a remuneração integral da pessoa em licença.

Como as empresas fazem para aderir ao programa?
As empresas devem fazer o pedido de adesão na página da Secretaria da Receita Federal do Brasil na internet.

O profissional de licença pode fazer outro tipo de trabalho?
Não, nem durante a licença nem na prorrogação dela, sob a possibilidade de perda do direito ao benefício. Para servidores, os dias de ausência passam a contar como falta.

O salário durante a licença é integral?
Sim. Tanto a licença-maternidade quanto a licença-paternidade garantem a remuneração integral no período de ausência no trabalho, inclusive na prorrogação.

Quer saber mais sobre paternidade?
Acesse a biblioteca e a videoteca que preparamos sobre o tema.

PREVENÇÃO DAS DST, ZIKA E HEPATITES VIRAIS: BRT ALVORADA RECEBE AÇÃO EDUCATIVA DO RAP DA SAÚDE E PROFISSIONAIS DA CAP 4.0

15 ago
RAP da Saúde CAP 4.0 e profissional

RAP da Saúde CAP 4.0 e profissionais

Os Jogos Olímpicos Rio 2016 estão acontecendo em diversas regiões da Cidade do Rio de Janeiro; e como era de se esperar, há uma grande circulação de pessoas pelo município; trazendo a necessidade de se intensificar ações educativas relacionadas a prevenção, visto que as DST tendem a se disseminar pela localidade nessas ocasiões.

Abordagem educativa BRT Alvorada

Abordagem educativa BRT Alvorada

Os adolescentes e jovens do RAP da Saúde da Clínica da Família Otto Alves de Carvalho e a CAP 4.0, juntamente com o profissional Celso Vieira, estão empenhados na prevenção às DST e realizaram dia 11/08, no BRT Alvorada, ação educativa com distribuição de preservativos e abordagem lúdica de passageiros, com entrega de material educativo, para esclarecer à respeito das DST, Zika e hepatites virais.

RAP da Saúde e profissionais CAP 4.0

RAP da Saúde, profissional CAP 4.0 e passageiro BRT

Uma importante iniciativa que visa trazer mais qualidade de vida para a população e reduzir danos causados por essas doença. Cariocas e turistas saudáveis é sinônimo de um mega evento medalha de ouro e bom para todos.

Profissional apoiador do RAP da Saúde Celso Vieira e a gerente de hepatites virais Márcia Zatar

Profissional apoiador do RAP da Saúde CAP 4.0 Celso Vieira e a gerente do Programa de Hepatites Virais da SMS Márcia Zattar

Equipe Elos da Saúde

Unidade de Saúde Parceira do Pai

15 ago

UNIDADE

Um pai presente e afetuoso tem papel fundamental para o desenvolvimento físico, emocional e social de suas crianças. E, consequentemente, para a construção de uma sociedade mais saudável e harmoniosa. Fortalecer as famílias, incentivando o envolvimento qualificado dos pais, deve ser, então, política pública prioritária.

Nesse sentido, a Prefeitura do Rio vem caminhando, desde 2002, com a criação do Movimento pela Valorização da Paternidade. Entre as estratégias estão a oficialização de agosto como “Mês de Valorização da Paternidade” e a certificação de clínicas da família e centros municipais de saúde que se destacam como Unidades de Saúde Parceiras do Pai.

As unidades de saúde são espaços privilegiados para a formação de pais mais conscientes e participativos, com grande potencial para incentivar o envolvimento deles no cuidado de seus filhos.

Para isso, o engajamento dos profissionais de Saúde é fundamental. Eles podem ajudar a resignificar as concepções tradicionais de gênero, família, paternidade e maternidade; contribuir para que este homem se sinta valorizado como pai (seja ele avô, padrasto, tio, namorado da mãe); e auxiliar no desenvolvimento de habilidades de cuidado e formação de vínculos significativos com as crianças.

Para ajudar no preparo dessas equipes, foi produzida a cartilha Unidade de Saúde Parceira do Pai, que recomenda “10 passos para ampliar a participação do pai nas políticas públicas”.

  1. Preparar a equipe de saúde
  2. Incluir os pais nas rotinas dos serviços
  3. Incluir os pais no pré-natal, parto e pós-parto
  4. Incluir os pais nas enfermarias
  5. Promover atividades educativas com os homens
  6. Acolher e cuidar dos homens
  7. Preparar o ambiente
  8. Dar visibilidade ao tema do cuidado paterno
  9. Criar horários alternativos
  10. Fortalecer a rede de apoio social

Na cartilha, você acessa cada uma delas detalhadamente. Baixe, leia e coloque em prática!

 

“CHAMA GERAL E BROTA!”: RAP DA SAÚDE PROMOVE RODA DE CONVERSA SOBRE DST E AIDS NA CLÍNICA DA FAMÍLIA ZILDA ARNS

11 ago
Convite Roda de Conversa da Juventude

Convite Roda de Conversa da Juventude CAP 3.1

“Tem muita gente que ainda acha que as pessoas se arriscam em algumas situações por conta da falta de informação. Daí acham que, para se desenvolver ações de prevenção contra doenças sexualmente transmissíveis e HIV/aids, bastaria informar adolescentes e jovens sobre quais são os riscos e quais as formas de se protegerem dessas doenças.”

Jovens RAP da Saúde CAP 3.1

Jovens RAP da Saúde CAP 3.1 Roda de Conversa no Cond. das Palmeiras

“A informação é muito importante, é claro, mas por si só não garante que uma pessoa, seja ela de que idade for, se comporte dessa ou daquela maneira. Também há aqueles(as) que acham que a melhor forma de trabalhar a prevenção é fazendo terrorismo. Quem já viu aquelas imagens de pênis e vaginas totalmente destruídas pelas DST sabe que elas causam mais repulsa do que mudanças de comportamento.”

RAP da Saúde CAP 3.1 e profissionais da C.F. Zilda Arns na Roda de Conversa sobre DST e AIDS no Cond. das Palmeiras

RAP da Saúde CAP 3.1 profissionais da C.F. Zilda Arns e adolescentes e jovens na Roda de Conversa sobre DST e AIDS no Cond. das Palmeiras

“A experiência brasileira mostra que existem vários caminhos para se desenvolver ações eficientes, passando por propostas de oficinas, cenas e brincadeiras. Mostra, também, que mais importante do que isso é a postura das pessoas que conduzem as ações de modo a facilitar que adolescentes e jovens se apropriem dos conteúdos e de práticas sexuais mais seguras.”

RAP da Saúde CAP 3.1 e profissionais da C.F. Zilda Arns na Roda de Conversa sobre DST e AIDS no Cond. das Palmeiras

RAP da Saúde CAP 3.1 profissionais da C.F. Zilda Arns e adolescentes e jovens na Roda de Conversa sobre DST e AIDS no Cond. das Palmeiras

“Mostra, ainda, que o estigma e a discriminação são processos de desvalorização, produzindo e reforçando iniquidades sociais já existentes, tais como aquelas relacionadas a raça, classe, gênero e orientação sexual. Viver livre do estigma e de qualquer tipo de discriminação é um direito humano básico e que deve ser respeitado. Viver com o HIV não pode e não deve ser motivo para desrespeitar esse direito.”

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RAP da Saúde CAP 3.1 profissionais da C.F. Zilda Arns e adolescentes e jovens na Roda de Conversa sobre DST e AIDS no Cond. das Palmeiras

O RAP da Saúde assume um papel fundamental na sensibilização e mobilização desses adolescentes e jovens, pois se vale do protagonismo juvenil e da educação entre pares para alcançar essa parcela da população; onde a transmissão do HIV e das DSTs se mostra cada vez mais em crescimento. O jovem falando para o jovem em uma linguagem mais próxima dessa faixa etária, mas não menos didática, informativa; exposta de diversas maneiras possíveis e interessantes.

RAP da Saúde CAP 3.1 profissionais da C.F. Zilda Arns e adolescentes e jovens na Roda de Conversa sobre DST e AIDS no Cond. das Palmeiras

RAP da Saúde CAP 3.1 profissionais da C.F. Zilda Arns e adolescentes e jovens na Roda de Conversa sobre DST e AIDS no Cond. das Palmeiras

A Clínica da Família Zilda Arns, no Complexo do Alemão; e o RAP da Saúde da CAP 3.1 entendem essas questões e convidam adolescentes e jovens para a Roda de Conversa da Juventude, uma iniciativa que tem como objetivo trazer esses jovens para a unidade de saúde para dialogarem com profissionais e integrantes do RAP sobre DST e aids: características, formas de transmissão, sexualidade e o comportamento da juventude na atualidade. A atividade acontecerá dia 24 de agosto às 14 h, no auditório da unidade de saúde.

“Vai ser irado, chama geral e brota!”

Equipe Elos da Saúde

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